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Cineteatro São José exibe mais quatro filmes contemplados pelo edital Curta Bangüê
O Cineteatro São José realiza mais uma edição do projeto Quintas de Cinema – Especial Curta Bangüê, trazendo ao público um novo bloco de produções paraibanas. As exibições acontecem nos dias 26 de março e 2 de abril, sempre a partir das 18h30, com entrada gratuita.
A mostra reúne curtas-metragens selecionados pelo Edital Curta Bangüê, iniciativa que tem como objetivo incentivar, difundir e fortalecer o audiovisual paraibano. A programação contempla diferentes linguagens e narrativas, reafirmando a diversidade e a potência criativa da produção local.
Serão exibidos os filmes “A Mulher Invisível” (RB. Lima), “O Brilho Cega” (Carlos Mosca), “Ladário” (Ed Júnior) e “Alvará” (Fernando Abreu), que transitam entre ficção e documentário, abordando temas sociais, afetivos e históricos.
“A mulher invisível” mostra a rotina de Keylla, auxiliar de limpeza em um shopping center, se repete exaustivamente. Todos os dias, há tempos, ela namora um vestido na vitrine de uma loja. Uma colega de trabalho tenta fazer Keylla encarar a sua própria realidade. Porém, ela prefere se dar ao luxo de sonhar um pouco e escapar da realidade pesada de sua vida. O filme se passa em João Pessoa.
No filme “O Brilho Cega”, José e João são dois irmãos órfãos, que após toda uma vida de espera, resolvem buscar, juntos, uma Botija. Uma panela cheia de ouro e pedras preciosas, enterrada no Sertão nordestino, que José sonhara na infância. A produção é da cidade de Campina Grande.
O documentário “Ladário”, traz a história de João Roberto que, fugindo da repressão militar, se refugia em Catolé do Rocha-PB. Em outubro de 1969 seu corpo é encontrado no açude de uma pequena comunidade rural da cidade, vítima de suposto afogamento.
“Alvará” é o primeiro filme realizado no município paraibano de Serra da Raiz. O filme conta a história de Eduardo (Dudu), um garoto que tem como brincadeira preferida caçar e prender pássaros, porém ao chegar o fim de semana, seu pai que trabalha em outra cidade como pedreiro não retorna. Dudu então a espera de seu pai, guarda um pássaro muito cobiçado pelos dois, mas descobre que por conta de um crime que não cometeu seu pai está preso. Diante a revelação, Dudu começa a se questiona sobre a liberdade dos pássaros enjaulados em sua sala.