Interatos de junho tem ‘Violetas’, ‘Efêmero’, oficina de circo e workshop de dança

9 (9)A edição de junho do projeto Interatos contará com atividades nas áreas de dança, teatro e circo. A peça ‘Violetas’ e o espetáculo de dança ‘Efêmero’ estão na programação do evento. Também serão realizadas uma oficina de circo e um workshop de dança. As inscrições já estão abertas.

A Companhia Violetas de Teatro apresentará o espetáculo ‘Violetas’, no Interatos do mês junho, na Fundação Espaço Cultural, em João Pessoa. A encenação será dia 4, a partir das 19h, no teatro Paulo Pontes O espetáculo terá plateia reduzida, com 150 lugares disponíveis.

O espetáculo de dança ‘Efêmero’ estará na edição de junho do Interatos, na Fundação Espaço Cultural, em João Pessoa. A apresentação será dia 3, a partir das 20h, no teatro Paulo Pontes. ‘Efêmero’ é da Produções Cia. de Dança, com os dançarinos Marcio Feitosa e João Vitor da Paz. Plateia terá espaço limitado para 150 pessoas. A apresentação tem duração de 40 minutos.

Dia 1 e 2 de junho, o projeto Interatos contará com uma oficina de pesquisa e construção cênica no universo circense, em João Pessoa. Aulas serão ministradas por Ulisses Moraes Nogueira, ator, circense e bailarino. As inscrições estão abertas e há apenas 20 vagas.

Consta ainda da programação do Interatos um workshop ministrado pelo bailarino e coreógrafo Maurício Germano, no mesmo sábado, dia 3, das 9h às 12h, na sala 5 – mezanino 2 da Fundação Espaço Cultural. Inscrições gratuitas pelo e-mail: dancafunesc@gmail.com. São apenas 20 vagas.

Parceria com a PBGás – A Companhia Paraibana de Gás (PBGás) e a Fundação Espaço Cultural da Paraíba estão juntas na realização do projeto Interatos, colocando a cidade de João Pessoa no roteiro das principais produções de teatro, dança e circo do país.

Este ano, foi assinado contrato de patrocínio entre a PBGás e a Funesc para a realização do projeto Interatos, que promove atividades permanentes entre os meses de março a dezembro, sempre no primeiro fim de semana do mês, com espetáculos cênicos do Brasil e da Paraíba.

Dentro do projeto Interatos serão desenvolvidos, ao longo do ano, atividades de formação e espetáculos de teatro, circo e dança patrocinado pelo Boticário e a PBGás, através da Lei Rouanet.

Patrocínio de O Boticário – O patrocínio de O Boticário é resultado de um edital nacional da empresa. O Interatos teve projeto aprovado no ‘O Boticário na Dança’, um programa de patrocínios a projetos culturais voltado exclusivamente para a área da dança.

‘O Boticário na Dança’ é estruturado com a finalidade de contribuir para a preservação, a valorização e o acesso à dança e às suas diversas manifestações; fortalecer a produção cultural de grupos, criadores e artistas; e estimular a formação de público e talentos para a área.

Os apoios são direcionados a festivais, mostras, espetáculos, manutenção de companhias, circulação, produção de vídeos, livros e periódicos, sites, cursos, workshops, oficinas, palestras, fóruns, exposição fotográfica e exibição de vídeos e filmes.

Interatos – Realizado pela Fundação Espaço Cultural da Paraíba, o ‘Interatos – Mostra e Formação Permanente de Dança’ promove mensalmente apresentações e atividades formativas (oficinas, cursos, debates, rodas de conversa, seminários) com artistas paraibanos, nacionais e internacionais.

Sob coordenação de Ângela Navarro, o setor de Dança tem programação regular nos equipamentos da Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego (Funesc), complexo cultural com uma das maiores áreas construídas na América Latina, lugar central e seguro que possui entre seus equipamentos uma escola de dança, com cerca de 500 alunos.

 ‘Violetas’ é atração do Interatos de junho, na Fundação Espaço Cultural

Foto Rafael Passos
Foto Rafael Passos

 A Companhia Violetas de Teatro apresentará o espetáculo ‘Violetas’, no Interatos do mês que vem, na Fundação Espaço Cultural, em João Pessoa. A encenação será dia 4, a partir das 19h, no teatro Paulo Pontes.

Esse trabalho sobre arquétipos do universo feminino é resultado de estudos no Lume Teatro (Campinas-SP) e de memórias da atriz Mayra Montenegro na relação com a sua avó. A direção é de Raquel Scotti Hirson e assistência de direção de Eleonora Montenegro.

O fio condutor é a história da avó de Mayra, dona Wilma. A partir dela, outras tantas ganham vez e voz em um espetáculo que busca a reflexão, em nome de um movimento que estimula o protagonismo feminino.  A classificação etária é 12 anos.

Mãe e filha – A Companhia Violetas de Teatro é formada pelas atrizes, mãe e filha, Eleonora e Mayra Montenegro. Essa parceria existe há, pelo menos, 30 anos, desde que Mayara começou a atuar com apenas quatro anos de idade, contracenando com seus pais.

Eleonora Montenegro iniciou a sua carreira em 1974, tendo um trabalho ininterrupto dentro do cenário artístico do Estado da Paraíba, do Nordeste e do Brasil, como autora teatral, atriz, cantora e encenadora.

Eleonora é professora da UFPB onde desenvolve trabalhos na área de Artes (Música, Teatro e Dança), estando atualmente lotada no Departamento Musical. Mayra Montenegro é atriz, cantora, preparadora vocal e professora da licenciatura em Teatro da UFRN.

Em 2012, Eleonora dirigiu o primeiro solo de Mayra: “De Janelas e Luas”, fruto da pesquisa de Mestrado em Artes Cênicas da filha, que tornou-se integrante da ‘carta’ de espetáculos da companhia Violetas.

Este ano, o espetáculo protagonizado por Mayra teve temporada no Teatro de Cultura Popular e na Casa da Ribeira, em Natal (RN). Também teve encenação no Festival Piollin 40 anos, em João Pessoa.

Ano passado, contou com apresentação única em Campina Grande, no Festival de Teatro Universitário Atos, no Teatro Severino Cabral. Também teve temporada do espetáculo no Barracão Clowns e no Festival O Mundo Inteiro é um Palco, em Natal (RN).

Em São Paulo, também ano passado, o espetáculo da companhia Violetas teve apresentação no III Encontro Arcanos: Desvelamentos da Deusa: anima, rebelião e resistência, na sede da Boa Companhia de Teatro, em Campinas.

Efêmero 1 - Foto LM ChesteInteratos de Dança tem apresentação de ‘Efêmero’ e workshop com Maurício Germano

O espetáculo de dança ‘Efêmero’ estará na edição de junho do Interatos, na Fundação Espaço Cultural, em João Pessoa. A apresentação será dia 3, a partir das 20h, no teatro Paulo Pontes. ‘Efêmero’ é da Produções Cia. de Dança, com os dançarinos Marcio Feitosa e João Vitor da Paz. Plateia terá espaço limitado para 150 pessoas. A apresentação tem duração de 40 minutos.

Consta ainda da programação do Interatos um workshop ministrado pelo bailarino e coreógrafo Maurício Germano, no mesmo sábado, dia 3, das 9h às 12h, na sala 5 – mezanino 2 da Fundação Espaço Cultural. Inscrições gratuitas pelo e-mail: dancafunesc@gmail.com. São apenas 20 vagas.

Os dançarinos Márcio Feitosa e João Vitor da Paz receberam o Prêmio Destaque na Aldeia Sesc 2016, com o espetáculo ‘Efêmero’, que teve grande repercussão entre público e crítica especializada. Com uma proposta arrojada e atemporal os dançarinos se envolvem em uma aventura construída a partir das pesquisas de improvisação explorando memórias.

Com iluminação de Eloy Pessoa, a coreografia é construída a partir de micro percepções e depoimentos corporais. “Efêmero’ alterna composições de imagens e sensações, que são organizadas como roteiro coreográfico. O foco da dança está nos dois seres que – em busca de um resgate – descobrem que existe muito mais que a sobrevivência do corpo.

estações - escola de circo - funesc (1)Interatos de junho tem oficina de pesquisa e construção cênica no universo circense

Dia 1 e 2 de junho, o projeto Interatos contará com uma oficina de pesquisa e construção cênica no universo circense, em João Pessoa. Aulas serão ministradas por Ulisses Moraes Nogueira, ator, circense e bailarino. As inscrições estão abertas e há apenas 20 vagas.

Voltadas para jovens a partir das 16 anos de idade, as aulas acontecerão das 18h às 22h (nos dois dias), na Sala 3 do Mezanino 2 da Fundação Espaço Cultural. Inscrições podem ser feitas até o próximo dia 30. Ligue 3211-6225 e solicite ficha através do e-mail: diocelio.circo.funesc@gmail.com

A oficina consiste em abordar/confrontar os anseios e expectativas de cada indivíduo como artista e sua relação com a cena circense. A prática consiste em questões básicas: o que se esperar da arte? O que se pode fazer com ela em favor das técnicas usadas no picadeiro (malabares, acrobacias aéreas, etc)?

A partir dessas perguntas, cabe ao ministrante conduzir os alunos a responderem a si mesmos o que realmente os movem enquanto indivíduo-artista: transformar a metodologia da prática e repetição mecânica de movimentos muito presente nas técnicas circense, dialogando de forma mais natural com outras linguagens cênicas que agreguem ao número uma apresentação harmônica.

A cada resposta dada, propõem-se exercícios para que cada um exprima suas reais vontades (conscientes e inconscientes), trazendo a tona um fazer artístico orgânico e honesto através de uma cena onde técnica, plasticidade e lirismo caminhem juntos.

Em cima dessas manifestações será sugerido técnicas de linguagens do teatro, do circo e da dança, onde posteriormente o aluno juntamente com o ministrante irão construir um material artístico que considerem satisfatório como sua contribuição e criação artística pessoal.

Experiência no teatro – Ulisses Moraes Nogueira começou seus estudos teatrais na Cia. Curumins em Campo Grande-MS, em 1997, nas montagens dos espetáculos “A bruxa desdentada” e “Romeu e Julieta”. Em 1998 participou de inúmeros cursos e oficinas com os nomes mais respeitados do teatro brasileiro, como Reynaldo Puebla, Graça Veloso, Raquel Náder, Rubens Veloso e Francisco Medeiros.

Em 1999 ingressou na CAL (escola de artes de Laranjeiras/RJ) onde estudou  artes cênicas e trabalhou  com o grupo “Tá na rua”. Em 2000 ingressou no grupo “XPTO/SP’ desenvolvendo e atuando nos espetáculos teatrais “Sonhos de voar” e “Pulando muros”, viajando por vários estados brasileiros e os países como Chile, Equador, Hong Kong, Cuba, Argentina, Peru e Espanha com a direção de  Oswaldo Gabrieli.

Atuou ainda com diretor paulista Ricardo Rizzo na Peça teatral “Desculpe a delicadeza”, participando dos principais festivais brasileiros: Festival de  Curitiba, Filo Londrina, Goiânia em cena e Rio encena. Desde então,  atuou em espetáculos  na cidade de Campo Grande  com os grupos Teatrais locais e em 2012 fez a produção e direção do espetáculo de palhaçaria “Os Nada-dores”. No mesmo ano atuou na peça teatral “Godgle” com a  produção do grupo Flor e Espinho e dirigida pelo consagrado   diretor internacional Breno Morone.  Ambas as peças estão em atividades.

Em 2014, dirigiu a peça ‘A chegada de Lampião no céu e inferno’, do Grupo teatral Os Zácaras Arte, de São Vicente Férrer (PE). Ulisses tem participações nos longas “Carmo”, de Murilo Pasta, ‘Se Não eu’, de  Givago Oliveira, ‘Carro Rei’, de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira.

Em 2015, participou da ‘Paixão de Cristo  – Divina Luz’, sob direção de Paulo Vieira,  em João Pessoa. Também fundou o grupo de teatro Os ZAcaras Artes e dirigiu o espetáculo “O céu e o inferno de Lampião”, na cidade de São Vicente Férrer (PE). O grupo se apresentou no Aldeia SESC 2016. Ano passado, foi protagonista da peça ‘Èdipo do terceiro milênio’, do grupo de teatro  “Lavoura”, sob direção de Jorge Bweres,  em João Pessoa.

Experiência na dança – Ulisses começou seus estudos em 1998 com balé clássico na Cia de dança Belforma/MS.  Aperfeiçoou- se no estúdio de dança Beatriz de Almeida, tendo aulas com Francisco Timbó, Marcelo Misailides (primeiros bailarinos do teatro municipal do RJ) e Patrícia de Almeida (ex-bailarina do Teatro Municipal do RJ). Além disso, fez-se aulas com Toshi Kobayashi, Ismael Guiser SP e   Mark Mcclain (1º bailarino do ballet “Stuttgart Alemanha). Integrou-se ao grupo ”Ginga Cia de dança” MS,  onde foi coreografado por Luis Arrieta no ballet “Conceição de todos os bugres”.

Em 2001 ingressou em uma das companhias de dança contemporânea mais importante do Brasil como: Ballet Estagium/SP, sob direção de Marika Gidali e Décio Oltelo,onde participou e apresentou vários balés pelo Brasil e em  diversos países como: Peru, Cuba, Argentina, Paraguai, Itália, Estados Unidos e outros .

Em 2003, ingressou como bailarino na Cia de dança Déborah Colker,RJ, participando dos Ballets “4 x 4”, “Rota” e “Máquina” em  turnês nacionais e internacionais como Holanda e Alemanha.

Também foi partner convidado da 1° bailarina da cia de Stuttgart(Alemanha), Beatriz de Almeida, onde dançou os pas de deux de “Copélia” e “A Bela Adormecida”, além de coreografaro solo “Ciclos” na Amostra Nacional de Dança em Corumbá/MS.

Em 2009, começou a ser professor de dança contemporânea e coreógrafo da Cia de artes UniderpAnhanguera, Campo Grande/MS, além de dançar e ser convidado para  coreografar  diversas escolas locais. Em 2010, foi artista convidado do Moinho in Concert para apresentar um solo de ballet e de tecido acrobático, no espetáculo intitulado “Na cabeceira dos Rios”.

Em 2013 coreografou uma versão contemporânea do ballet “Carmen” na cidade de Coxim/MS, para a Escola de dança Sandra Maria e atuou como ator e bailarino protagonista do Moinho in concert, no espetáculo “O segredo da Brincadeira” em Corumbá/MS, realizado pela Vale do rio doce e a tevê Globo. Em 2014, participou como bailarino do espetáculo A paixão de Cristo, dirigida por Roberto Cartaxo.

Experiência no circo – Aluno da ENC (escola nacional de circo do Rio de Janeiro), Ulisses Moraes Nogueira trabalhou – de 2003 a 2006 – como acrobata aéreo nos circos Marcos Frota, Orlando Orfei e Beto Carreiro World.

Em 2008, fundou o (CEP) Circo Escola Pantanal (MS), onde desenvolve aulas de circo para portadores de necessidades especiais e projetos de formação circense para alunos da rede pública de ensino, além de várias montagens de números,  intervenções  circenses e espetáculos artísticos em geral.

Concebeu ainda uma metodologia de aulas de técnicas de circo, como opção de atividade física para jovens e adultos.Foi criador e parceiro do festival Nacional “Pantalhaços”, realizado anualmente em Campo Grande MS.

Em 2010, o grupo (CEP) produziu e estreou o espetáculo “MIX”, que circulou por muitas cidades do estado de MS, em mais de 60 apresentações. Em 2012, produziu e atua no espetáculo de palhaçaria de rua Os Nada- Dores.

Em 2014 muda-se para João Pessoa, com o intuito de desenvolver pesquisas culturais para aprimoramento de números e espetáculos. Em dezembro desse ano, o Cep realizou uma oficina de pratica circense em São Vicente Férrer- PE.

Em 2015, ministrou oficina de capacitação circense para professores no centro cultural Piollin (João Pessoa). Atualmente, é professor de técnicas circenses no Espaço Cultural, da escola livre de circo Djalma Buranhêm. Ano passado, através da Escola livre de circo, realizou juntamente com os alunos, o espetáculo ‘Estações’, no teatro Paulo Pontes.

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